segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Projecto A Natureza ensina

O Projecto

A Associação A Natureza ensina nasceu da vontade de explicar às nossas crianças como é a vida no campo, na Natureza.
No nosso País os centros urbanos cada vez nos afastam mais da vida rural e é essa tendência que gostaríamos de minorar. 
A construção de um espaço físico onde o contacto com a Natureza e os Animais dentro de uma Sociedade urbana possa ser uma realidade é o nosso principal objectivo. 

Como saberá uma criança se gostaria de trabalhar a Terra quando adulto se nunca teve contacto com esse meio? 


Muitas crianças gostam de Animais, mas será que a criação de Animais pode ser o seu futuro? 



O conceito que queremos transmitir é de conhecimento. 
Todos os que aprendem e ensinam conseguem alcançar uma maior visão do que os rodeia. 

Pretende-se portanto que o Projecto passe por uma rotação de ensinar e aprender, não sendo estático, mas dinâmico e criativo. 

A Associação conta neste momento apenas com 3 meses de existência, pelo que a projecção deste espaço será a longo prazo, neste momento a organização de actividades relacionadas com o meio ambiente e as Crianças tem vindo a ser o nosso Trabalho. 

A realização da Plantação de Pinheiros na Mata dos Medos foi uma das primeiras actividades concretizadas. 


Estando a programar mais actividades nomeadamente com grupos de Crianças de ATL's onde a sensibilização para a preservação da Natureza e do meio (Histórico) que nos rodeia sejam o principal alvo de actuação. 

Outra das nossas preocupações são os vastos espaços existentes (jardins, matas, edifícios...) onde podem e devem ser realizadas actividades que os reabilitem e infelizmente estão ao abandono ou simplesmente esquecidos.  Vamos dar vida a estes espaços com Actividades para todos. 

O Projecto A Natureza ensina é vasto e tem muita vontade de evoluir e crescer, mas para isso precisamos do apoio de toda a População! 

As nossas crianças têm o direito de aprender MAIS! 
Os nossos espaços precisão de renascer! 

Contamos com todos! 

A Natureza ensina...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Doçaria Tradicional do Seixal


Doçaria Tradicional do Seixal

 Pastelinhos de Santa Marta

Na doçaria tradicional encontramos os Pastelinhos de Santa Marta, o doce eleito do concelho, após o concurso de apuramento, que decorreu em 2006, inserido na 14.ª edição da Festa da Gastronomia do Seixal.
Consta que eram confeccionados e vendidos em ocasiões festivas, especialmente durante a Festa de Santa Marta de Corroios, que viria a realizar-se até aos primeiros anos do século XX.


Durante os dias de festejos, para além das cerimónias religiosas que incluíam a procissão, não faltavam os piqueniques, feitos à sombra das frondosas árvores  existentes nos arredores da Capela, as vendas dos bons vinhos da região e dos genuínos bolinhos de Santa Marta, feitos segundo receita do lugar.
LIMA, Manuel António Santos, Minha Terra co(m a)rroios, Plátano Editora, 2001, pp 34


A secular receita, que inclui farinha, açúcar, ovos, limão, canela e amêndoa, chegou ao conhecimento da proprietária do Restaurante o Virgílio, como tendo sido duma anciã, de seu nome Henriqueta de Paiva, antiga residente na Quinta da Cabouca, no Alto do Moinho. Consta, da tradição oral do local, que esta senhora, nascida por volta de 1860 e que terá morrido na década de 1940, confeccionava os “Pastelinhos de Santa Marta” para consumo caseiro e em ocasiões festivas.
Actualmente, os Pastelinhos de Santa Marta, podem ser adquiridos no Restaurante O Virgílio, em Fernão Ferro, deliciando quem os compra e perpetuando a sua memória no futuro.


A Natureza ensina...


História de Seixal

Brasão de Seixal
História de Seixal


História Da história remota da sede do Município pouco se sabe. Contudo, esta cidade terá tido origem, muito provavelmente, num pequeno núcleo de pescadores e o seu nome poderá estar associado à grande quantidade de seixos existentes nas praias ribeirinhas que seriam utilizados como lastro nas embarcações. Foi no Seixal que os irmãos Vasco e Paulo da Gama construiram as embarcações para a viagem até à Índia. Enquanto Vasco da Gama estava em Lisboa a preparar a viagem, Paulo da Gama comandava os carpinteiros e calafates na construção das naus. Estêvão da Gama, pai dos navegadores, foi comendador do Seixal. o início do século XVI, a população rondava as três dezenas de fogos e no dealbar do séc. XVIII, o número de habitantes ascendia a cerca de 400 pessoas. Actualmente, o Concelho tem 180 mil habitantes. A organização administrativa e territorial do Seixal sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Assim, na época de Quinhentos, o povoado do Seixal fazia parte da freguesia de Arrentela, estando incluído no termo de Almada. Só após a revolução liberal, na sequência da reforma administrativa de 1836, no reinado da Rainha Dona Maria II, é que viria a ganhar direitos de concelho. Contudo, em 1895, viria a ser extinto. A Freguesia de Amora foi então integrada no concelho de Almada e as de Arrentela, Aldeia de Paio Pires e Seixal no concelho do Barreiro. Três anos mais tarde, o concelho do Seixal foi de novo instituído, passando também a abranger a freguesia de Corroios, criada em 1976. As alterações de estatuto administrativo acompanharam a evolução e desenvolvimento das povoações. O Terramoto de 1755 fez-se sentir violentamente no Seixal, tendo obrigado as populações ribeirinhas a procurar refúgio nas barrocas do Conde de Vila Nova. A reconstrução foi lenta. partir da segunda metade do séc. XIX, começou a registar-se um significativo surto de desenvolvimento económico e industrial, com a instalação de diversas unidades fabris (têxtil, vidro e cortiça). Ficaram conhecidas a Companhia de Lanifícios de Arrentela, a vidreira Fábrica da Amora e as corticeiras Mundet e Wicander. Há cerca de 100 anos, o Seixal era o principal centro corticeiro do País. Nos anos sessenta, a instalação da Siderurgia Nacional (inaugurada em 1961) e a ponte sobre o Tejo (1966) deram um novo impulso ao desenvolvimento económico do Concelho, com grande incidência no crescimento demográfico e na alteração profunda das suas características urbanísticas. Em 27 de Maio de 1993, é criada a freguesia de Fernão Ferro, resultante da subdivisão da antiga freguesia de Arrentela. Em 20 de Maio do mesmo ano, as vilas do Seixal e Amora adquirem o estatuto de cidade e Corroios ascende a vila. A presença do Tejo neste concelho, nomeadamente da Baía do Seixal, condiciona o aparecimento de um conjunto de profissões - pescadores, marinheiros, moleiros, calafates, carpinteiros de machado - que, durante anos, constituíram o principal modo de vida das populações. fisionomia urbana do Concelho foi também definitivamente marcada pela presença do rio, com a construção de moinhos de maré, estaleiros navais e de actividades ligadas à pesca, tais como a antiga seca do bacalhau na Ponta dos Corvos. Nos últimos 27 anos, o município do Seixal tem vindo a ser projectado para uma posição avançada onde lhe é reconhecida uma dinâmica de progresso, em grande medida consequência de um acentuado e assumido investimento cultural.




A Natureza ensina...

Alentejo (Fotografias)

A Magia do Alentejo











A imagens falam por si... 

A Natureza ensina....